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Viroses infantis. Causas, sintomas e tratamento

Hoje faço esse POST me achando no assunto! Literalmente!! Meu filho mais novo, de quatro anos, está neste momento, passando por mais uma.

Segundo o Dr. Drauzio Varella, “Viroses infantis são termos desprovidos de significado médico.  No passado, como não se dominava o conhecimento e a tecnologia necessária para fazer diagnósticos precisos, muitas doenças recebiam a classificação genérica de viroses. Na verdade, esse nome funcionava como uma lata de lixo onde se atiravam todas as febres infantis sem causa aparente. “É virose, vai passar em poucos dias”, e as famílias se conformavam com o nariz escorregando, a diarreia, a febre, o mal estar, a inapetência e a imagem abatida da criança. Atualmente, os médicos contam com recursos laboratoriais e de imagem para fazer diagnósticos mais rápidos e seguros – o que é muito importante mesmo nos casos de virose – pois nem todos os vírus são iguais. Aliás, são seres relativamente simples, mas muito diferentes uns dos outros. Em comum, têm a característica de necessitar de uma célula viva que lhes sirva de hospedeira para reproduzirem-se.”

Quando começam a frequentar a escola ou o berçário, as crianças estão mais expostas à infecção por vírus. Contra algumas delas existem vacinas. É o caso da gripe, rubéola, poliomielite, sarampo e caxumba, por exemplo. Para outras, não existem.

Algumas viroses podem ser tratadas com drogas antivirais. Não se podendo contar com elas, o tratamento será apenas sintomático. Antibióticos só devem ser introduzidos caso surjam complicações.

Quando o médico diz que a criança tem uma virose, tanto pode significar que tem um resfriado comum ou uma diarréia, porque existem vírus que se alojam no trato respiratório, assim como existem os que se alojam no trato intestinal e causam diferentes sintomas. O importante, porém, é que as viroses costumam ser doenças benignas, autolimitada, que geralmente desaparecem numa semana, dez dias.

A virose gastrointestinal vem acompanhada de falta de apetite, febre, vômito, diarréia, olhos fundos e criança abatida.

Há treze anos atrás, minha filha mais velha, então com um ano, precisou ficar internada um dia todo, para se recuperar de uma desidratação. Foi a virose mais séria pela qual passamos. Foi a minha primeira experiência com a doença… Depois desse episódio, nunca mais um filho meu precisou passar por isso.

Os tratamentos quase sempre são feitos com medidas de suporte, ou seja, hidratação e medicamentos para aliviar a dor e a febre.

• CAUSAS: As viroses estão entre os problemas mais comuns nos serviços de Pronto Atendimento.

Sim. Virose é contagiosa. A infecção respiratória causada por vírus, conhecida como virose, é transmitida de pessoa a pessoa através das secreções respiratórias (saliva, espirro, tosse) da pessoa infectada.

Por isso, lavar as mãos depois que for ao banheiro e antes de comer sempre. Os alimentos devem ser limpos adequadamente antes de serem consumidos.

• TRATAMENTO: Nada de pronto socorro!
Segundo os médicos, é preciso ter muita calma nessa hora. Não há necessidade de correr para o pronto atendimento, assim que surgir o primeiro sintoma de virose. O ideal, segundo a pediatra Márcia Martins Marquesan, do Serviço de Controle de Infecção do Hospital da Criança Conceição, de Porto Alegre, é buscar o atendimento pelo pediatra da criança e não correr ao serviço de emergência. “Se a criança fica bem nos períodos sem febre, consegue brincar, alimentar-se, mesmo que em menor quantidade e não apresenta nenhum sinal de gravidade, como falta de ar,  pequenas manchas vermelhas na pele, vômitos, desidratação e irritabilidade excessiva, os pais podem aguardar de 24 a 48 horas por uma consulta com o seu pediatra”, diz. Segundo ela, quando o médico já conhece a criança, sabe como fica seu estado quando adoece e isso facilita o diagnóstico e o tratamento.

Como a virose é geralmente benigna, o tratamento consiste no controle dos sintomas: antitérmicos ou banhos, quando há febre, repouso em vez de maior esforço físico, hidratação adequada e alimentação leve. É necessário ressaltar que a dieta deve ser de fácil digestão, preferencialmente líquida, com leite, laticínios e sucos naturais de frutas. E tudo isso conforme as medidas prescritas pelo pediatra. O importante, como destaca Sergio Furuta, é nunca dar  antibióticos por conta própria à criança, porque esses medicamentos não combatem problemas causados por vírus e, ainda por cima, aumentam a resistência bacteriana.

Aqui em casa, procuro dar sempre o que a criança aceita. Melhor comer alguma coisa, do que não comer nada. Mas sempre ofereço canja de galinha, batata assada ou mesmo frita, arroz, maçã, banana, muita água e muito suco.

E como eu já passei por várias viroses com meus três filhos, aprendi a ter em casa, os remédios já prescritos pelo pediatra. Assim, quando uma criança apresenta os sintomas, eu já começo com a medicação indicada para cada criança.

√ DICA:

O que eu uso? • Enterogermina Plus – um flaconete por 5 dias.

• Bromoprida para vômitos.

• Dipirona em caso de dor e febre.

• Soro para desidratação.

Lembrando que é muito importante você conversar com seu pediatra sobre esses ou qualquer outro medicamento a ser realizado na criança.

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